
Que devemos fazer com tudo isto?
Há tempos que as mensagens do Universo e dos Mestres nos dizem:
“DEVEM ELEVAR A VIBRAÇÃO”
Não é uma configuração ‘má’, apenas indica luta entre os opostos e muito trabalho para se conseguir o equilíbrio.
Nesta configuração consome-se grande quantidade de energia, pois se trata de ‘romper com algo’, de ‘deixar algo para trás’, de ‘cortar algum vínculo’.
É uma combinação difícil, pois indica a necessidade de superar muitos obstáculos, mas ao mesmo tempo, produz um forte impulso e pressão para fazê-lo. (Importante localizar isso em nossas vidas particulares através do nosso mapa natal)
Este artigo pode acabar interessando para algumas pessoas que não têm familiaridade com a linguagem astrológica e nem entendem como os eventos astronômicos podem afetar suas vidas diárias. Acredito que já é hora delas começarem a entender. Eu, particularmente, já fiz as correlações dos avisos e orientações desta Grande Cruz Cósmica para minha vida pessoal, ao “colocar a Grande Cruz em meu mapa natal”. Claro é que contei com a ajuda de uma pessoa, de nossa equipe, que entende muito disso. É a nossa querida astróloga e colaboradora, Sandra Giannoni. Valeu a pena.
O céu constantemente nos fala e muitas vezes nos fala misticamente. Em algumas ocasiões a Geometria Sagrada nos dá sinais que precisamos aprender a interpretar - é como quando vamos por uma estrada e um cartaz anuncia um cruzamento de caminhos ou uma curva logo em frente. Que aconteceria se não lhe prestássemos atenção?....
Sincrônica e periodicamente os processos macro e micro-cósmicos provocam eventos ou manifestações que atuam como espelho do processo evolutivo e nos fazem reinterpretar nossa localização como indivíduo e como grupo.
A espiral evolutiva inúmeras vezes plasma holograficamente uma mensagem através da sagrada geometria dos céus.
Em 2010 nos encontramos diante de formações e efeitos de uma série de ‘aspectos’ que em astrologia se consideram difíceis e que demandam muita energia.
Ao ler o céu vemos como um grupo de Planetas lentos se localiza em signos cardeais e com seus avanços e retrocessos vão desenhando uma geometria cósmica que nos indica alerta e mudanças drásticas. Tudo o que acontece no Cosmos ocorre em nós também, em pequena escala. Recordemos que tudo é energia (por isso a importância de aprender a relacionar os eventos cósmicos com nossas vidas comuns).
“Os ‘aspectos’ são relações aritméticas ou geométricas entre os planetas que indicam formas de pensamento, de sentimento, modos de atuar e formas de experimentar o mundo exterior, por isso merecem uma detida atenção posto que são a parte mais importante da astrologia"

Em principio, e a partir de fins de Maio de 2010 se começou a esboçar a T quadrada cardeal.
Quando dois planetas se opõem entre si e estão ligados a um terceiro, formando ‘quadraturas’ com ele, a configuração recebe o nome de T-quadrada e indica muito dinamismo envolvido, exigindo grande atividade e energia assim como muito trabalho para obter o equilíbrio.
Não é uma configuração ‘má’, apenas indica luta entre os opostos e muito trabalho para se conseguir o equilíbrio.
Nesta configuração consome-se grande quantidade de energia, pois se trata de ‘romper com algo’, de ‘deixar algo para trás’, de ‘cortar algum vínculo’. É uma combinação difícil, pois indica a necessidade de superar muitos obstáculos, mas ao mesmo tempo, produz um forte impulso e pressão para fazê-lo. (Importante localizar isso em nossas vidas particulares através do nosso mapa natal)
A tensão e a consciência criadas pelos dois planetas em oposição devem ser resolvidas pelo planeta que está entre eles – também chamado de planeta focal.
A T quadrada contém um ‘impulso’ para o sucesso e muita gente famosa a possui em seus mapas natais, e, apesar da indicação dos inúmeros obstáculos que se tem que vencer para se chegar à meta desejada, embute a possibilidade de uma realização auspiciosa.
Também indica que é o momento de transcender algumas atitudes ou fatores Karmicos já que nossa evolução assim o pede.
Este ‘aspecto em T’ se inscreve em um quadrado e o seu vértice será um ponto sensível, já que se ativa com qualquer ‘trânsito’, eclipse ou progressão e pode mobilizar toda a configuração, convertendo a figura em uma Grande Cruz Cósmica.
Analisando as figuras de 2010 e 2011
A T quadrada de 2010/2011 tem Plutão como planeta focal, no signo cardeal de Capricórnio.
Quando Plutão foi descoberto em 1930 ele estava na constelação de Câncer, que é precisamente o vértice vazio oposto ao planeta focal desta Grande Cruz. Ele se encontra agora em uma situação astrológica que significa uma repolarização e o ápice de um ciclo.
Plutão é o ‘planeta senhor do primeiro raio de vontade Divina’, significando transformação profunda em sentido espiritual. No sentido pessoal e psicológico indica crise, bloqueio, obsessão. Em Capricórnio, tem a ver, sem dúvida, com problemas de poder, tanto na política como na economia e também no âmbito das relações pessoais. Em macroeconomia refere-se aos ‘grupos de poder e a corporações que desenvolvam atividade mineira, petroleira e a energia nuclear’.
Esta interação dinâmica requer que se reconheçam as deficiências da espécie humana para com o nosso planeta e a necessidade de se repolarizar esta relação através do amor, usando a polaridade energética dos signos de Câncer e Capricórnio para tanto. As quadraturas que formam a figura em T quadrada levam-nos a ponto médio (Saturno em Libra) e o desequilíbrio então poderá se converter em equilíbrio por meio do conhecimento, da compreensão e da vontade para a mudança.












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